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Fotografias panorâmicas a sul do Tejo

Nesta galeria apresento fotografias panorâmicas do sul de Portugal. Aqui dominam as planícies e a floresta esparsa. Longe da orla costeira, escasseia a população actual enquanto se multiplicam os vestígios de população passada.

 
 

 


As fotografias apresentadas nesta página foram obtidas com máquinas digitais, e algumas desta têm um modo específico para realização de panorâmicas.

Como as fotografias estão armazenadas em ficheiros de dimensão superior a 200Kb, apresenta-se para cada panorâmica um tamanho intermédio com cerca de 50Kb a 100Kb.

Nos dados técnicos, a distância focal corresponde à distância equivalente no formato 35mm (filme 135), o ângulo indica o azimute varrido na horizontal e a proporção indica a relação entre a dimensão vertical e horizontal (aspect ratio).

(64Kb)


(completa: 228Kb)

Pegadas de Dinossauro no Cabo Espichel, Sesimbra

A falésia .

Máquina Pentax S40
Data Junho 2005
Dist. focal  
Ângulo  
Fotografias  
Proporção 2.4:1

(46Kb)


(completa: 154Kb)

Lapa dos Gaivões, Esperança, Arronches

Nesta gruta (lapa) subsiste um dos raros exemplos em Portugal de pinturas rupestres (actualmente) ao ar livre.

As pinturas são monocromáticas em ocre e representam um traço esquemático de um período pós-paleolítico. A datação aproximada é de 2500-3000 a.C.

MáquinaPentax S40
DataMaio 2005
Dist. focal41 mm
Ângulo 
Fotografias3 (vert.)
Proporção2.2:1

(51Kb)


(completa: 164Kb)

Largo do Castelo de Estremoz

O foral de Estremoz data de 1258 e é contemporâneo do reforço das muralhas que encerravam a vila, por iniciativa de D. Afonso III. Estas medidas só foram possíveis após o fim das campanhas contra os Mouros e permitiram estabilizar a fronteira de Portugal com Castela, fomentar o povoamento e reestabelecer o poder régio sobre os senhores feudais.

O Paço do Castelo de Estremoz - que é actualmente uma Pousada de Portugal - é encimado pela torre quadrangular que domina toda a área fortificada; o conjunto foi mandado edificar no final do séx. XIII por D. Dinis, filho de D. Afonso III, para estabelecer a sua corte.

No séc. XVII foram acrescentados novos baluartes em estrela em resposta à guerra de restauração da independência portuguesa face a Espanha.

MáquinaPentax S40
DataMaio 2005
Dist. focal41 mm
Ângulo 
Fotografias5 (vert.)
Proporção3.3:1

(85Kb)


(completa: 348Kb)

Costa de Caparica, Almada

Vista do Miradouro dos Capuchos num dia de névoa que oculta a margem Norte do estuário do Tejo.

O Miradouro, situado no topo da arriba da Caparica, permite alcançar uma vasta paisagem, desde o Cabo Espichel até Cascais. Neste dia, porém, a atenção concentra-se nos prédios da Costa de Caparica, nos campos vizinhos cuidadosamente lavrados e nas falésias escarpadas da arriba fóssil.

MáquinaPentax S40
DataMarço 2005
Dist. focal49 mm
Ângulo 
Fotografias5
Proporção5.3:1

(75Kb)


(completa: 308Kb)

Ruínas de São Cucufate, Vidigueira

Pormenor das ruínas romanas de São Cucufate. Esta região do Alentejo era muito fértil e foi alvo de intensa colonização romana, segundo o modelo das villas agrárias.

Esta villa terá sido construída no séc I, sobre um sítio ocupado no Neolítico final, reconstruída/expandida no séc. II e totalmente renovada c. de 360. Foi disputada por muçulmanos e cristão nos séc. XII e XIII; após a conquista definitiva pelos portugueses foi adaptada para um convento subordinado a São Vicente de Fora de Lisboa. São Cucufate entrou em decadência no séc XVI e terá sido abandonado no séc XVIII.

O IPPAR tem uma página sobre São Cucufate.

MáquinaCanon A80
DataJunho 2004
Dist. focal75 mm
Ângulo110º
Fotografias5
Proporção4.7:1

(74Kb)


(completa: 338Kb)

Barragem de Alqueva no Rio Guadiana

Vista da barragem e descarregador de Alqueva no Rio Guadiana.

Esta barragem foi um sonho desde a década de 1950: criar no sul do Alentejo, um enorme lago que permitisse a agricultura de regadio. Após décadas de dúvidas, a barragem foi erguida criando a maior albufeira da Península Ibérica. Acessoriamente, a barragem tem alguma produção hidroeléctrica: dois grupos de 120MW deverão produzir uma média de 390GWh por ano.

Esta fotografia mostra a barragem, o descarregador, e o Guadiana a juzante, dando ideia do que era a largura do rio nos meses de estio.

O projecto da barragem, do sistema de irrigação e a gestão da bacia de Alqueva está confiado à EDIA.

MáquinaCanon A80
DataJunho 2004
Dist. focal38mm
Ângulo150º
Fotografias5
Proporção5.1:1

(81Kb)


(completa: 317Kb)

Vista geral de Portel

Vista da vila de Portel e dos campos a Sul. No centro, destaca-se a colina do Castelo.

A vila aninha-se aos pés do Castelo, com destaque para a Câmara Municipal, o grande edifício branco debruado a azul, e cresce depois na planície circundante.

À direita vê-se a estrada principal que liga Évora e Beja e em torno as colinas estão cheias de olivais e montado de sobreiro e azinho.

MáquinaCanon A80
DataJunho 2004
Dist. focal115mm
Ângulo120º
Fotografias10
Proporção8.7:1

(91Kb)

(completa: 322Kb)

Aurora em Oriola, Portel

No dia do solistício do Verão, assisti ao espectáculo da aurora na aldeia de Oriola, junto à Barragem de Alvito. Uma serenidade só interrompida pelo canto das aves que saudavam o novo dia.

MáquinaCanon A80
DataJunho 2004
Dist. focal73 mm
Ângulo230º
Fotografias14
Proporção15.5:1

(83Kb)



(completa: 361Kb)

Anta em São Geraldo, Montemor-o-Novo

Esta anta é monumento nacional e localiza-se na Herdade da Comenda da Igreja, freguesia de São Geraldo, concelho de Montemor-o-Novo, junto à Estrada Nacional nº 2.

É uma anta poligonal com oito esteios, corredor e laje de cobertura quebrada. Em primeiro plano, à esquerda da anta, é visível o corredor de acesso, ainda parcialmente enterrado.

Além da anta, esta fotografia pretende retratar a secura e a luz da manhã no Alentejo no início do Verão.

Há numerosas antas no Alentejo, sendo esta uma das mais monumentais e mais bem conservada. Recomendo também uma visita à anta grande do Zambujeiro e ao cromeleque dos Almendres, próximos de Évora.

Nota para o visitante: certifique-se que fecha imediatamente todas as portas e cercas que passar até chegar às antas, pois há gado à solta que pode fugir por uma cerca aberta.

MáquinaCanon A70
DataJunho 2003
Dist. focal35 mm
Ângulo230º
Fotografias7
Proporção6.8:1

(67Kb)


(completa: 236Kb)

Ponte sobre o Rio Gilão, Tavira

Creio que Tavira é uma das mais belas povoações do Algarve. O seu ex-libris é o rio Gilão, também conhecido por Séquia ou Asseca. Nas suas margens, ergueu-se a cidade, pelo menos desde a ocupação romana. São característicos os telhados em "tesoura" que se podem apreciar a partir do castelo.

Esta vista nocturna mostra a mais velha ponte de pedra da cidade, sobre a qual se discutiu a ocupação e a defesa do Algarve em várias guerras com Castela e depois Espanha.

MáquinaOlympus C-2000Z
DataMaio 2003
Dist. focal60 mm
Ângulo100º
Fotografias4
Proporção4.6:1

(65Kb)

(completa: 319Kb)

Gare de Vila Real de Santo António

Fim de linha. Após uma longa viagem em ritmo ronceiro, o comboio da linha do Algarve termina aqui a sua marcha, separado de Espanha pelo rio Guadiana. Antigamente, cruzava-se o rio num ferry-boat e agora atravessa-se a fronteira por uma ponte, mas para o comboio ainda é uma estação terminal.

A estação tem um desenho típico da década de 1930 portuguesa e está particularmente bem conservada. Vale a pena saborear a espera por um amigo no átrio alto e luminoso, mobilado com peças de madeira maciça.

Saindo para o cais, vê-se o sapal e a vila de Castro Marim e sente-se o compasso dolente de um tempo que já acabou.

MáquinaOlympus C-2000Z
DataMaio 2003
Dist. focal40 mm
Ângulo140º
Fotografias4
Proporção4.1:1
 

Copyright: direitos de autor das imagens

Eu, João Gomes Mota, conservo os direitos de autoria e reprodução das minhas fotografias.

Não está autorizada a cópia ou a reprodução destas imagens, embora eu pouco possa fazer para evitá-lo.

Se desejar uma cópia, contacte-me. Quando possível, a sua cortesia será recompensada com uma reprodução de melhor qualidade.
 

 

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©2005 João Gomes Mota
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Escrito em Maio de 2005. Última alteração: Junho 2005.inicio da página